sábado, 4 de setembro de 2010

Faça alguma coisa enquanto há tempo !


Eu era apenas uma garota qualquer, com suas qualidades, seus defeitos. Com alguns bons amigos, e no pensamento um sonho quase impossível.

Conquistar um certo cara, um certo garoto que por mais errado que fosse, era tudo o que eu queria.
 Eu sofria, eu chorava, mesmo assim, não desistia.

Mais, que culpa eu tinha, de amar logo o meu melhor amigo?

Meu confidente, meu chatinho, meu doido, meu amor.

Da mesma forma que eu, ele sempre me contou tudo, suas dúvidas, seus problemas, suas garotas, suas paixões, todos os segredos, menos um.

Gostava de me irritar, de me ver com raiva, talvez quando eu tivesse assim eu perdia a cabeça, mais rápido, não agia muito com a razão, deixava os ciúmes tomar conta, o meu coração sempre falou mais alto nesses momentos de raiva.

Não tinha duvidas qualquer tempo que passei sem falar com ele, era uma grande vitória, um dia, ou dois, uma semana, era o meu máximo.

Passaram-se meses, me sentia cada vez mais triste, tinha cada vez menos vontade de viver.
 Parecia que nada fazia mais sentido.

Ele percebeu.
Mais continuava seu teatro, continuava tentando me enganar e se enganando.
 Mais um caso de amor, sem solução, mais um caso que não deu certo,
eu não suportava a idéia de ser ele só mais um,
porque pra mim, ele era mais do que qualquer outro teria sido.
Mais não havia mais nada que pudesse fazer, mais NADA, nem sequer falsas esperanças, nem esquecere eu podia, rezava então, com toda as minhas forças,
pra que ele não deixasse morrer,
 um sentimento tão profundo, tão sincero e tão bonito.
Pra que ele fizesse algo a tempo.

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